Enquanto as mães de crianças autistas de focam, muitas vezes, em como o autismo mudou as suas vidas, reconhecemos possuímos rapidamente a força que este caminho nos deu. Dito isto, não sei se concordo com a seguinte frase, “ O que não nos mata torna-nos mais fortes”. Sim, às vezes, o autismo torna as mães em pessoas mais fortes. Mas também pode fazer uma mãe sentir-se muito em baixo. O autismo tem uma forma de endurecer até a mães macia das almas. Nós vivemos uma vida cheia de stress, muitas vezes num estado de “fugir ou lutar”. Mas, independentemente das emoções com que têm de lidar, as mães de crianças autistas aprendem a fazê-lo juntas e a tornarem-se mais fortes, porque isso é o que a criança precisa que nós sejamos.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Essa Brasileira é lindona.
Copa do Mundo? Não ela não intende e nem sabe o que é isso..... O negocio dela é gritar Brasil,Brasil,pulando pra cima sem parar,a felicidade dela é estar com essa camiseta e ficar gritando brasil,brasil,mas uma coisa boa tem nisso,ela ja sabe que as cores verde e amarela significa brasil!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
TDAH e Agressividade - recebendo o diagnóstico
| Texto da imagem foi publicado na Revista Brasileira de Psiquiatria - Metilfenidato (ritalina e concerta) não podem continuar sendo receitados sem maiores exames, testes e acompanhamentos. |
TDAH e Agressividade - recebendo o diagnóstico
Por Marise Jalowitzki
19.maio.2014
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/05/tdah-e-agressividade-recebendo-o.html
A agressividade é uma das características que mais machuca todas as pessoas que convivem com a criança agressiva, especialmente mães, pais e professores.
Logo que os pais recebem o diagnóstico fica tudo meio angustiante, sem saber como agir e o que fazer primeiro. Como lidar. O choque é grande, principalmente porque envolve quase sempre um encaminhamento para tarja preta. Embora os que defendem a medicalização digam tratar-se de "tabu e preconceito", não é possível subestimar o que um psicotrópico pode causar na vida de um serzinho em formação e a preocupação é justa.
O quadro TDAH o quadro é por demais complicado, especialmente porque, para toda e qualquer diferença de uma criança, especialmente na escola, o 'diagnóstico' é dado até mesmo por uma professora (que não é especialista na área da saúde!) e a mãe que, de certa forma, está sendo empurrada para administrar a ritalina, como se fosse a única solução.
Mas não é. Aliás, até a APA - Associação Americana de Psiquiatria, diz que a ritalina (o metilfenidato, que é o principio ativo, tanto da ritalina como do Concerta), só deve ser administrada APÓS tentada a terapia psicológica e outros tipos de tratamento.
O que está acontecendo no mundo, especialmente ns EUA (1º lugar no consumo mundial) e no Brasil (2º lugar no consumo mundial) é ABSURDO!
9 em cada 10 médicos receitam primeiro, muitas vezes sem exame adicional algum, não indicam terapia! Assim, dá para ficar bem angustiada, mesmo!
Mas, o que tens de ver, em primeiro lugar, é o grau de agressividade, desde quando começou. Pois, geralmente, é apenas um quadro típico da adolescência e se manifesta com muito mais força nos meninos, pois, ao iniciar a puberdade, eles passam a ter um acréscimo de testosterona em 800%!!! Como lidar com tanta carga hormonal de uma hora pra outra?
Na maioria das vezes isto vai sendo encaminhado por terapia, além de modificações nas relações familiares e nas atividades a que o garoto será direcionado. É imprescindível realizar parcerias com os educadores.
No livro TDAH Crianças que desafiam há o Capítulo 5 - Adolescência, agressividade e mentiras
Há mais alguns artigos no blog http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/
Escritora, Educadora,
Idealizadora e Coordenadora do Curso Formação para Coordenadores em Jogos e Vivências para Dinâmica de Grupos,
Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela FGV,
Facilitadora de Grupos em Desenvolvimento Humano,
Ambientalista de coração, Vegana.
Certificada como International Speaker pelo IFTDO-VA-USA
marisejalowitzki@gmail.com
compromissoconsciente@gmail.com
sábado, 24 de maio de 2014
Agora tem a tal da TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade)
Sim,isso mesmo,alem do ''leve autismo'',agora tem essa tal de TDAH Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade) e o que esperar quando não se esta esperando.......Bora lutar né mais uma vez pela vida dela,porque ela merece tudo de bom nessa vida, e eu nasci para vencer, as lutas vem ,as forças ficam fracas, a depre chega, mas Deus vai levando tudo embora quando me derramo aos pés dele.
O TDAH É SUBTRATADO NO BRASIL A crescente conscientização acerca do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), seja relacionada às campanhas financiadas por associações médicas, grupos de autoajuda ou empresas farmacêuticas, está associada a um desejável aumento progressivo no número de pacientes diagnosticados e tratados. Há, entretanto, preocupações acerca do tratamento excessivo, particularmente em crianças e adolescentes. Essas preocupações são muitas vezes conduzidas pela mídia, de maneira alarmante...
Então vamos la,o que é TDAH? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade causando prejuízos a si mesmo e aos outros em pelo menos dois contextos diferentes (geralmente em casa e na escola/trabalho). Na Classificação Internacional de Doenças da OMS mais recente (CID-10) é classificado como um Transtorno Hipercinético.3 4
Estudos realizados no Brasil e outros países, utilizando os critérios plenos do DSM-IV, tendem a encontrar prevalências em torno de 3 a 6% em crianças em idade escolar.1 Entre 30 a 50% dos casos persistem até a idade adulta 5 .
Por outro lado, a causa, o diagnóstico e a eventual utilização do TDA-H para justificar mau desempenho escolar ....
O TDAH É SUBTRATADO NO BRASIL A crescente conscientização acerca do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), seja relacionada às campanhas financiadas por associações médicas, grupos de autoajuda ou empresas farmacêuticas, está associada a um desejável aumento progressivo no número de pacientes diagnosticados e tratados. Há, entretanto, preocupações acerca do tratamento excessivo, particularmente em crianças e adolescentes. Essas preocupações são muitas vezes conduzidas pela mídia, de maneira alarmante...
Sumi né.....Deprê Total....Mas passa viu!
LEVEI UM GRANDE SUSTO SEMANA PASSADA,E TAVA SEM FORÇAS PARA ESCREVER AKI, A ISA ENFIOU O LÁPIS DENTRO DO OLHO DA PROFESSORA DELA,QUE TEM SIDO UM AMOR, EU TINHA ACABADO P-PRATICAMENTE DE CHEGAR NA ACADEMIA,E TIVE QUE SAIR AS PRESSAS,CHOREiiiiiiiiii MUITO PORQUE ESTAVA TÃO CHEIA,TÃO CANSADA DE LUTAR,LUTAR E AS VEZES NÃO VENCER DE LADO NENHUM,QUE ME DERRAMEI EM PRANTOS.MAS TUDO FOI RESOLVIDO A LUDMILA JA FOI MEDICADA E A ISA TA EM CASA UMA SEMANA COMIGO,MAS O SUSTO MAIOR PASSOU E A DEPRE PASSOU...... SÓ AGRADEÇO A DEUS POR COLOCAR PESSOAS BOAS NA VIDA DA ISABELA.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Estimule o desenvolvimento da criança com autismo
Dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. E diferente do que propõe o senso comum, o autismo não retira uma pessoa do convívio social. Sem dúvida, as habilidades de comunicação são prejudicadas quando há esse tipo de disfunção, mas os estímulos cognitivos realizados na intensidade adequada e com profissionais especializados são capazes de reverter alguns padrões de comportamento.
"O autismo é uma síndrome comportamental de base neurobiológica, caracterizada por dificuldades de interação social e de comunicação e por padrões restritos de comportamento", afirma a psiquiatra Letícia Calmon Amorim, da AMA (Associação de Amigos dos Autistas) de São Paulo. Mas o tratamento disponível hoje em dia pode estimular uma criança a se desenvolver e ganhar mais independência.
Não se conhece a causa exata do autismo, tampouco existe cura. Segundo dados do Center of Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos, uma em cada 88 crianças está dentro do espectro do autismo. Esta denominação refere-se a todos aqueles que apresentam características da disfunção, que abrange diferentes graus de limitação. Conheça as atividades que ajudam no desenvolvimento da criança que tem essa disfunção.Escolarização
Letícia Calmon explica que a inclusão é importante, mas o ideal é, inicialmente, fazer o treinamento dos professores e consultar profissionais capacitados para colaborar neste processo, como o psicólogo, o fonoaudiólogo, o terapeuta ocupacional e, em alguns casos, buscar também um acompanhamento pedagógico. "Cada criança deve ter um programa individualizado". A escolarização pode trazer benefícios, como a possibilidade de vivenciar situações sociais e ganhar independência.
"O autismo é uma síndrome comportamental de base neurobiológica, caracterizada por dificuldades de interação social e de comunicação e por padrões restritos de comportamento", afirma a psiquiatra Letícia Calmon Amorim, da AMA (Associação de Amigos dos Autistas) de São Paulo. Mas o tratamento disponível hoje em dia pode estimular uma criança a se desenvolver e ganhar mais independência.
Não se conhece a causa exata do autismo, tampouco existe cura. Segundo dados do Center of Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos, uma em cada 88 crianças está dentro do espectro do autismo. Esta denominação refere-se a todos aqueles que apresentam características da disfunção, que abrange diferentes graus de limitação. Conheça as atividades que ajudam no desenvolvimento da criança que tem essa disfunção.Escolarização
Letícia Calmon explica que a inclusão é importante, mas o ideal é, inicialmente, fazer o treinamento dos professores e consultar profissionais capacitados para colaborar neste processo, como o psicólogo, o fonoaudiólogo, o terapeuta ocupacional e, em alguns casos, buscar também um acompanhamento pedagógico. "Cada criança deve ter um programa individualizado". A escolarização pode trazer benefícios, como a possibilidade de vivenciar situações sociais e ganhar independência.

Brinquedos e brincadeiras
Estimular a criança com autismo a compartilhar seus brinquedos e a brincar com outras crianças pode ajudar muito na interação social. "Os brinquedos para as crianças com autismo devem ser simples e estimular a criatividade", afirma o psicólogo Yuri Busin, mestrando em estudos do desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. O mais importante é que os pais e os profissionais observem o nível de desenvolvimento da criança e escolham o brinquedo mais adequado ao nível cognitivo dela. Um psicólogo pode ajudar nessa escolha, já que a indicação presente nas embalagens dos brinquedos não se aplica à crianças com autismo.
Estimular a criança com autismo a compartilhar seus brinquedos e a brincar com outras crianças pode ajudar muito na interação social. "Os brinquedos para as crianças com autismo devem ser simples e estimular a criatividade", afirma o psicólogo Yuri Busin, mestrando em estudos do desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo. O mais importante é que os pais e os profissionais observem o nível de desenvolvimento da criança e escolham o brinquedo mais adequado ao nível cognitivo dela. Um psicólogo pode ajudar nessa escolha, já que a indicação presente nas embalagens dos brinquedos não se aplica à crianças com autismo.

Convívio com a família
A psicanalista Sônia Pires, da clínica Bem-me-Care, de São Paulo, explica que o primeiro desafio dos pais é aceitar as limitações do filho. "A ideia de um filho sem autismo deve ser abandonada e dar lugar à compreensão das dificuldades da criança", afirma. Estimular a convivência com outras crianças e adultos tanto no ambiente familiar quanto em outros lugares é uma maneira natural de treinar as habilidades sociais e integrar a criança: só não adianta deixá-la isolada, distante do movimento e das conversas.
A psicanalista Sônia Pires, da clínica Bem-me-Care, de São Paulo, explica que o primeiro desafio dos pais é aceitar as limitações do filho. "A ideia de um filho sem autismo deve ser abandonada e dar lugar à compreensão das dificuldades da criança", afirma. Estimular a convivência com outras crianças e adultos tanto no ambiente familiar quanto em outros lugares é uma maneira natural de treinar as habilidades sociais e integrar a criança: só não adianta deixá-la isolada, distante do movimento e das conversas.

Lidando com o comportamento característico
Mexer as mãos sem parar, rodar objetos ou balançar o tronco para frente e para trás são alguns movimentos típicos do autismo. Interrompê-los totalmente é difícil, mas o acompanhamento de um psicólogo pode contribuir para que os gestos diminuam e deixem de atrapalhar a criança.
Mexer as mãos sem parar, rodar objetos ou balançar o tronco para frente e para trás são alguns movimentos típicos do autismo. Interrompê-los totalmente é difícil, mas o acompanhamento de um psicólogo pode contribuir para que os gestos diminuam e deixem de atrapalhar a criança.

Atribuindo tarefas
A realização de tarefas depende do nível de cognição e das potencialidades de cada criança. O psicólogo Yuri sugere que sejam propostas à criança tarefas como escovar os próprios dentes, pentear os cabelos ou colocar a mesa, por exemplo, elogiando o desempenho em cada atividade.
É interessante também que os pais estimulem as crianças, fazendo elogios ou criando sistemas de recompensas frente a um comportamento adequado, conhecido como reforço positivo. "Um modelo é a entrega de cartões: juntando dez, por exemplo, a criança ganha um presente ou agrado", explica o especialista.
A realização de tarefas depende do nível de cognição e das potencialidades de cada criança. O psicólogo Yuri sugere que sejam propostas à criança tarefas como escovar os próprios dentes, pentear os cabelos ou colocar a mesa, por exemplo, elogiando o desempenho em cada atividade.
É interessante também que os pais estimulem as crianças, fazendo elogios ou criando sistemas de recompensas frente a um comportamento adequado, conhecido como reforço positivo. "Um modelo é a entrega de cartões: juntando dez, por exemplo, a criança ganha um presente ou agrado", explica o especialista.

Atividade física
A psiquiatra Letícia explica que a presença de limitações físicas em pessoas com autismo não é comum. "Isso só acontece quando existem outros problemas associados, como as convulsões". Caso não haja esse tipo de restrição, qualquer tipo de atividade física está liberada e vale a pena consultar um fisioterapeuta para definir qual o melhor esporte para o seu filho.
A psiquiatra Letícia explica que a presença de limitações físicas em pessoas com autismo não é comum. "Isso só acontece quando existem outros problemas associados, como as convulsões". Caso não haja esse tipo de restrição, qualquer tipo de atividade física está liberada e vale a pena consultar um fisioterapeuta para definir qual o melhor esporte para o seu filho.

Comunicação
Letícia Calmon explica que o mais importante é a criança se sentir apta para se comunicar, mesmo que não seja pela linguagem falada, mas por gestos, sinais e até mesmo pela troca de figuras (sistema chamado PECS) e isso deve ser usado tanto em casa quanto na escola. Para estimular a fala, o ideal é procurar o acompanhamento de um fonoaudiólogo.
Letícia Calmon explica que o mais importante é a criança se sentir apta para se comunicar, mesmo que não seja pela linguagem falada, mas por gestos, sinais e até mesmo pela troca de figuras (sistema chamado PECS) e isso deve ser usado tanto em casa quanto na escola. Para estimular a fala, o ideal é procurar o acompanhamento de um fonoaudiólogo.
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