terça-feira, 10 de julho de 2012

Minha Lindinha

Quando o garoto cadeirante chegou a escola, você não mandou que ele subisse pelas escadas, você construiu uma rampa. Quando chegou a menina cega, Você colocou guias no chão e comprou uma máquina de braille. Não mandou ela enxergar. Quando veio o menino surdo-mudo, você contratou aquela tia de libras, que está ensinando todos nós. Não falou pra ele escutar... Por que é diferente comigo? Por que pra mim você diz que tenho que ser igual a todos os outros? que tenho que me adaptar? É SÓ PORQUE EU SOU AUTISTA? Manuel Vazquez Gil

Isabela dançando quadrilha !

A inclusão através da escola, em contrapartida, possibilita uma interação entre crianças da mesma faixa etária, portadores da síndrome ou não, despertando o interesse das crianças autistas nas atividades, desenvolvendo a competência social e estimulando a socialização e também a questão educacional. Conforme o art. 54 do Estatuta da Criança e do Adolescente (ECA) é obrigação do Estado garantir atendimento educacional especializado às pessoas com deficiência preferencialmente na rede regular de ensino.

A convivência entre as crianças é uma maneira de diminuir o preconceito em relação à síndrome e seus portadores. A partir dessa interação social as crianças não autistas têm uma aprendizagem através da vivência com o diferente e desenvolvem o respeito às limitações do próximo. Para o autista, aprender a interagir com os demais não é uma questão fácil, porém não tem como ser diferente.  A vivência escolar tende a minimizar ou evitar problemas comportamentais, já que os autistas aprendem desde cedo que podem usar seu comportamento para controlar o meio.

Quadrilha da Isabela (Diga sim a Inclusão)

TODAS AS CRIANÇAS SÃO BEM-VINDAS À ESCOLA
A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido e um movimento muito polemizado pelos mais diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos à educação - e assim diz a Constituição !O sucesso da inclusão de alunos com deficiência na escola regular decorre, portanto, das possibilidades de se conseguir progressos significativos desses alunos na escolaridade, por meio da adequação das práticas pedagógicas à diversidade dos aprendizes. E só se consegue atingir esse sucesso, quando a escola regular assume que as dificuldades de alguns alunos não são apenas deles, mas resultam em grande parte do modo como o ensino é ministrado, a aprendizagem é concebida e avaliada. Pois não apenas as deficientes são excluídas, mas também as que são pobres, as que não vão às aulas porque trabalham, as que pertencem a grupos discriminados, as que de tanto repetir desistiram de estudar.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Transtorno Invasivo do Desenvolvimento

Transtorno invasivo do desenvolvimento (PDD, em inglês), também chamado de Transtorno global do desenvolvimento (TGD), em oposição aos Transtornos específicos do desenvolvimento (SDD, em inglês), é uma categoria que engloba transtornos caracterizados por atraso simultâneo no desenvolvimento de funções básicas, incluindo socialização e comunicação. Os transtornos invasivos do desenvolvimento são:
  • Autismo;Síndrome de Rett;Síndrome de Asperger, e

  • Transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação, que inclui o autismo atípico.          Transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação, ou PDD-NOS (sigla em inglês para Pervasive Developmental Disorder - Not Otherwise Specified) é um transtorno invasivo do desenvolvimento e uma desordem do espectro autista.

  • O PDD-NOS é um diagnóstico para pessoas bem encaixadas no quadro de transtorno invasivo do desenvolvimento, mas que não podem ser categorizadas por nenhuma outra desordem. Geralmente é mais brando que o autismo e tem sintomas similares aos do autismo, com alguns sintomas presentes e outros ausentes.